“Escrever salva a alma presa,
Salva a pessoa que se sente inútil,
Salva o dia que se vive e que nunca se entende,
A menos que se escreva.
Escrever é procurar entender,
É procurar reproduzir o irreproduzível,
É sentir até o ultimo fim,
O sentimento que permaneceria
Apenas vago e sufocador.
Escrever é também abençoar
Uma vida que não foi abençoada.”
Salva a pessoa que se sente inútil,
Salva o dia que se vive e que nunca se entende,
A menos que se escreva.
Escrever é procurar entender,
É procurar reproduzir o irreproduzível,
É sentir até o ultimo fim,
O sentimento que permaneceria
Apenas vago e sufocador.
Escrever é também abençoar
Uma vida que não foi abençoada.”
(Clarice Lispector)
Ontem fomos assistir uma peça, muito ruim, por sinal. Se alguma coisa salvou naquela enrolação toda, foi uma frase, que atraiu muito mais a minha atenção do que o Bruno Gagliasso jogando sinuca imaginária:
"Artista é uma alma perturbarda.. quando ele descobre o que fazer, ele se liberta do inferno em que vive."
Longe de mim querer me sentir uma grande artista ou coisa assim. Só sentia muita saudade de ter tempo e paciência pra escrever, pra me livrar do meu inferno. Ouso dizer que só escrevo quando estou no inferno.
Faz um ano, mas parece que fazem mil, eu comentava com uma amiga no msn sobre a minha semana.. e o engraçado é comparar aquela semana com essa, e ver que elas foram praticamente iguais. E como se fosse um ciclo.. mas não na ideia de começo-meio-fim, e sim na ideia de repetições.
Bom saber que as coisas se repetem mas eu mudo minhas atitudes sobre elas. Fico me perguntando o que teria acontecido se eu tivesse prestado o vestibular para esse curso, se tivesse me interagido mais com as pessoas.. enfim, se tivesse tomado milhões de atitudes que não tomei.
Pelo menos é uma forma de ganhar experiencia, uma forma de voltar no tempo e testar novos métodos de reação. Deixar de ser como o cachorro de Pavlov, que sofre numa ação repetitiva que sempre resulta em dor.
Ganhei experiencia, mas perdi tempo. Como sempre acontece no fim do ano, temos aquela retrospectiva mental, e eu fico me perguntando sobre tudo isso..
Ontem fomos assistir uma peça, muito ruim, por sinal. Se alguma coisa salvou naquela enrolação toda, foi uma frase, que atraiu muito mais a minha atenção do que o Bruno Gagliasso jogando sinuca imaginária:
"Artista é uma alma perturbarda.. quando ele descobre o que fazer, ele se liberta do inferno em que vive."
Longe de mim querer me sentir uma grande artista ou coisa assim. Só sentia muita saudade de ter tempo e paciência pra escrever, pra me livrar do meu inferno. Ouso dizer que só escrevo quando estou no inferno.
Faz um ano, mas parece que fazem mil, eu comentava com uma amiga no msn sobre a minha semana.. e o engraçado é comparar aquela semana com essa, e ver que elas foram praticamente iguais. E como se fosse um ciclo.. mas não na ideia de começo-meio-fim, e sim na ideia de repetições.
Bom saber que as coisas se repetem mas eu mudo minhas atitudes sobre elas. Fico me perguntando o que teria acontecido se eu tivesse prestado o vestibular para esse curso, se tivesse me interagido mais com as pessoas.. enfim, se tivesse tomado milhões de atitudes que não tomei.
Pelo menos é uma forma de ganhar experiencia, uma forma de voltar no tempo e testar novos métodos de reação. Deixar de ser como o cachorro de Pavlov, que sofre numa ação repetitiva que sempre resulta em dor.
Ganhei experiencia, mas perdi tempo. Como sempre acontece no fim do ano, temos aquela retrospectiva mental, e eu fico me perguntando sobre tudo isso..
Perdi um ano?
Ganhei um ano?
Vivi um ano... ?
Ganhei um ano?
Vivi um ano... ?
Um comentário:
iih amiga, a frase é linda mesmo, mas sério que chamou mais atenção que o Gagliasso? anyway... eu tento evitar essa coisa de retrospectivas mentais, me deprimem, right, like I could help it... nah, faço isso todo santo dia antes de dormir e sempre me decepciono comigo mesmo, é foda... seria bom conseguir não pensar às vezes
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