segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Um pouco de reflexão,

e algumas aulas de português (para mim), por um mundo melhor.

Pensei. Quero dizer, não adianta dizer que não penso, afirmar qualquer tipo de burrice ou algo assim. Não é uma auto-afirmação, ou seja, para mim eu auto-afirmo, porque não auto-afirmo aqui também? É parte do meu pensamento e, contando que seja meu, tenho direito de me auto-afirmar aqui.
Sou mais inteligente que muita gente, isso é fato. Sem subestimar as outras pessoas, porque claramente, aqui, eu não o farei por um motivo básico: todas as atitudes terão um resultado. Isso veio da física? Em outras palavras, aqui veio de experiência própria.
Hoje eu estava discutindo politica e meu padrinho falou pro meu pai: "haha, você tem uma filha muito aristocrática". Por um momento eu me perguntei "como assim?" E meu pai me explicou sobre Mussolini e os tempos da Itália semi-aristocrática. O.o' -q "Eu sei o que é aristocrática!" foi o que eu pensei. Enquanto escrevo isso percebo o quão fui inocente, o quanto fui estúpida. Em momento algum parei para pensar realmente e a fundo sobre isso. Digo, no eu, mais a aristocracia. Foi agora que percebi, lendo uma coisa sobre ela, ao mesmo tempo a "amiga imaginaria" (seja la quem for) - "Precisa-se de um amigo". Preciso de um amigo? quero dizer... 'Ham?'. Foi o que passou pela minha cabeça. - e escrevendo aqui, para tentar me compreender - escrevendo para colocar minhas ideias "no papel", refletir sobre elas já que não sou completamente capaz de fazer isso quando deito na cama. Voltando, um amigo. E o que isso tem a ver com o que meu padrinho falou sobre aristocracia? Ai veio a minha inocência, a aristocracia tinha tomado conta do meu cérebro. Sim, na paranóia de conquistar alguma nobreza de caráter depois de algumas coisas não muito legais feitas. Não é uma questão de "quem eu estava pensando que eu era". É uma questão de "que estúpida". (...)

O fato é que eu parei pra pensar por cinco minutos e percebi que eu não preciso de um amigo para me escutar, como eu pensava antes, porque eu não teria o que contar da minha vida.


Sobre a pátria amada e adorada entre outras mil... decepção.

3 comentários:

Giulia disse...

Sou obrigada a concordar com seu padrinho, porque sei o quanto você poder ser aristocratica quando quer - ou seja, o tempo todo, sempre engajada com tudo - sempre procurando fazer o melhor.

a mesma duvida do "E o que isso tem a ver com o que meu padrinho falou sobre aristocracia?" também ficou na minha mente, mas depois que consegui ver o sentido de aristocratica usado no post, vi que faz todo o sentido.

E, no fim, sendo breguinha - como eu nunca poderia deixar de ser, né - "porque eu não teria o que contar da minha vida".. me interesso sobre cada detalhe da sua vida, e vc sabe disso :~

te amo,
Giulia

p.s.: você escreve tão bem, bebê :~

' Thalita Ebert ;) disse...

Queria ser sua amiga para não contar mais nada para ninnguem, nem para a Giulia! :P HAHAHA Ô.ó escreve muito bem *-*' aristocrata é? Ham²

Bia Medawar disse...

eu, só eu, lembrava de uma amiga de infância e mais ninguém lembrava. cheguei a pensar que fosse imaginária, até que uma amiga era amiga dela e nos 'reapresentou' e vi que, de fato, ela existia. bom, existe. e o que era imaginário virou real que virou lembrança e hoje a gente nem se fala. o que isso tem a ver com política ou com você? bom, nada. mas você escreve bem :) ;*