quarta-feira, 4 de novembro de 2009

I confess, it's all true.
I'm a mess, what a fool.
Now what do I do..

I need your help to get up from my knees
I can't seem to see the forest for the trees
As I wait in my silent misery
All I'm asking is please...forgive me!

Now she knows me
She wants me to be
Someone I can't be
and she wants me
and she needs me
and she wants me
Because she loves me

SHATTERED

Now you see inside
I no longer hide
Or fall between the cracks you left behind
Shattered, now you're out of time
You've come this far to be denied
What a shame, I'm to blame.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

tô dando um RT num texto bem militante e bonito que achei perdido num link qualquer do Twitter... e que venha a parada gay no domingo! :)



Para você, com todo o carinho do mundo.

É que eu sei quem você é. Eu sei de que matéria você é feita. Eu sei dos seus conflitos. Eu sei do seu choro. Do seu sorriso escondido: trancafiado como um tesouro proibido.

Eu sei da sua beleza e sei do seu medo.

Entenda: eu também sou você.

Por isso, quando você está aí, como agora, em busca de uma palavra amiga, em busca de uma luz, de um colo, de alguém que lhe abrace apertado e lhe diga “Não se preocupe, tudo vai dar certo, você vai ver!”, eu sei exatamente o que você sente.

Eu sei dos dias solitários.
Eu sei da sua divisão em duas pessoas: a pessoa que você tem que ser; e a pessoa que você gostaria de ser.

Eu sei dos dias em que você acorda querendo mandar o mundo ao inferno.
Eu sei o que você sente quando você vê na rua um homem e uma mulher de mãos dadas a se beijarem.
Eu sei o que você sente quando falam para você sobre casamento e filhos.
Eu sei o que acontece por dentro contigo quando tua família quer saber por que você não namora faz tempo.
Eu sei até da vontade amarga que você sente às vezes de que você fosse igual a todos.

Eu sei do medo da rejeição. Eu sei do pavor de perder aqueles que você mais ama.
Eu sei do abismo que existe, agora, entre você e seus pais.

Eu sei o tanto de tempo que leva para que você consiga olhar no espelho e sorrir por ser como você é.
Eu sei dos tantos e tantos curativos internos que você que você teve que fazer sem que ninguém te ajudasse.

Eu sei das lágrimas escondidas.
Do choro abafado.
Dos gritos internos.

Eu sei sobre o desespero.

Eu sei sobre a raiva.

Eu sei sobre a vontade mais simples do mundo: de encontrar alguém que te ame como você é; que te permita amar e ser amada; que te deixe ser quem você é. Que te dê forças para enfrentar o mundo; que te dê guarida dessa sociedade assustadora que não entende nada.

Eu sei das tuas dúvidas. Das tantas e tantas perguntas que habitam dentro de ti.
E que também muitas vezes não há ninguém para quem perguntá-las.

É: não é fácil, eu sei.

Mas eu por saber tudo isso, é que eu também sei que você é forte. Que você pode sim agüentar tudo isso.Que você, diferente dos ditos ‘normais’, cresce de dentro para fora.

Por isso, se deixe crescer.

Acredite: Haverá um dia em que você será maior do que tudo isso.
E nada disso poderá mais te causar dor.

Se não há um colo agora, se não há uma palavra amiga, se o medo é maior do que tudo: querida, eu te peço, seja absolutamente incrível com você mesma.
Seja a sua melhor amiga.
Encontre bons livros que te façam companhia.
Escute músicas que te acalentam a alma.
Assista filmes que te façam ver sempre as belezas da vida.

ACREDITE NA SUA FORÇA.

Não deixe que a incompreensão da sua família e do mundo te amargure.
Não deixe que o medo e o pavor te façam esquecer-se de quem você é.

Não cale nunca a sua voz interna: ela é teu abraço constante: ela é teu sorriso escondido.

E quando você se olhar no espelho, saiba que você está olhando para uma guerreira.
Saiba que você carrega um fardo que muitos dos ditos ‘normais’ não agüentariam.
Se orgulhe de você: porque você consegue enxergar o amor em todas as formas que ele existe.
E se lembre sempre que existem tantos outros no mundo como você, como eu: sentindo as mesmas dores e conflitos. Desejando apenas que lhe permitam ser quem são.
Você não está sozinha, querida.
E o que eu te peço agora, é que você se sinta abraçada.
É que você saiba que existem pessoas-anjos por aí que vão nos ajudando ao longo do caminho.
Que você acredite que vamos encontrando pessoas que são um pouco pais, um pouco irmãos, um pouco amigos e que suprem o que muitas vezes não conseguimos encontrar em casa.
Lembra da sua voz interna? Aquela que você não pode calar nunca?
Ela tem uma tarefa: a de se tornar cada vez mais forte e mais alta.
A de ser, um dia, tão forte, que comece a falar mais alto do que os seus medos.

Acredite: eu sei quem você é.
E por isso mesmo, acredito em você.
E lhe digo: você consegue sim.
Ache a sua paz. Você a merece.
E deixe que o seu sorriso visite sempre os seus lábios.
Você é linda exatamente como é.
E não há nada de errado com você.
Eu estou do seu lado.
E sou um pouco você.
E juntas, mesmo que você esteja aí e eu aqui, conseguiremos sim vencer o mundo.
Só preciso que você saiba que você não está lutando essa guerra sozinha.
Por isso seja forte e erga sua cabeça.
Preciso de você lutando por você mesma.
Quando uma de nós sorri, a vitória é de todas.
Você ainda tem uma vida pela frente.
Por isso sonhe os seus sonhos e alimente-se inteiramente de quem você é.

Seja feliz: você deve isso a você mesma.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

ok, aqui vamos nós...

Pode parecer que já faz muito tempo que você deixou a gente.. tem o que, dois meses?

E ainda assim outro dia eu acordei chorando.
E ontem eu sonhei com você.
Foi um sonho muito, muito triste.
Eu acordei com o coração apertado, esperando que você esteja bem..

A gente tava voltando pra casa ontem e a Marina disse que sempre lembra de você quando faz a brincadeira das cadeiras.. a Nina confirmou e o Tici disse que não consegue mais escutar Tom Zé sem lembrar de você. Eu só fiquei quietinha enquanto o carro passava por Botafogo e eu lembrava das várias vezes em que nós fomos pra lá, todos juntos, depois da aula.. Lembrar disso é bom. Faz a gente rir, como você sempre fazia.

Eu me sinto mal, sabe porque?
Eu sinto como se eu não merecesse sentir tanto isso.. eu olho ao redor é tá todo mundo bem..
A Maíra disse outro dia que ainda chora quando vê as fotos que a gente tirou na casa dela aquele dia..
Eu descobri que você foi meio filha-da-puta aquele dia, o Vitor me contou. E eu ri mais uma vez com as coisas que você fazia.
O Vitor me contou que você me zoava as vezes numa piada interna com ele e o Andrey.. também me fez rir.
Você continua fazendo a gente rir, e não dá pra acreditar que você fosse uma pessoa triste, não dá.

Eu me sinto mal..
A gente se conhecia a.. o que, seis meses?
Eu te considerava minha amiga, de verdade, mas não sei se você sentia o mesmo.. você disfarçava bem o que sentia, fazendo piadas e sendo sarcástica.
Mas, muito mais do que gostar de você, como pessoa e amiga, eu te admirava. Pra caralho.
Você sempre foi melhor que eu em um monte de coisas.. e eu te olhava e pensava em como eu queria ser desinibida como você, cara-de-pau como você, inteligente como você, lutadora como você..
Como eu queria conseguir escrever tão bem quando você escrevia. Nesse exato momento, escrevendo esse texto, eu me sinto mal. Porque ele é um nada comparado ao seu brilhantismo, que você registrava até nas paredes da sua casa e pelo seu corpo. Você era foda.

Eu não sei se estou sendo sentimentaloide demais ou subestimando meus sentimentos. Deve ter muito mais gente por ai que sofreu muito mais do que eu quando você foi embora, e eu me sinto pequena diante disso. Só uma caloura chata e intrometida, como você mesmo me definiria.

Eu não sei se você gostava de mim de verdade ou era só a sua simpatia que irradiava em todo mundo.. "a luz que saia de dentro e emanava pelos fios de cabelo loiro", era o que a Padu dizia. Você contou algumas coisas da sua vida e eu me identifiquei.. acho que eu nunca te disse o quanto me identificava com você. Eu nem sei se você sentia isso por mim ou o quão amigas nós nos tornamos nesses miseros seis meses. Eu queria ter tido mais tempo de te conhecer.

Ter tido mais conversas de três horas no telefone, ter tirado mais fotos com você e ter assistido mais filmes que você me indicou. Eu nunca vi o fim de Memento, sabia? Vai ser estranho não ver o fim com você repetindo as falas pra mim. Wake up.. Wake up.. Wake up...

Naquela sexta-feira, no corredor da ECO, quando a Maíra me puxou da saída da Vianinha e me contou o que você tinha feito, eu não consegui chorar. Eu fiquei péssima e eu queria fugir dali, eu abracei minhas pernas e me incolhi. Naquela hora, eu só queria ser uma célula autofágica, me digerir e sumir dali.. mas eu não consegui chorar.
No Caju, no sábado, a mesma coisa..

Algumas pessoas não choram em enterros porque acham que aquilo ali não significa nada.. algumas simplesmente não gostam de chorar em público.. Mas nenhum desses foi o meu motivo. Eu só não consegui.

Nos dias seguintes eu passei o tempo todo junto com as pessoas que também estavam péssimas.. essas mesmas pessoas que te conheciam muito melhor que eu.. e eu fui começando a chorar. E hoje eu sinto a sua perda tão real que ela me machuca e eu só consigo chorar.

A sua ausência me faz mal e sentir isso me faz mal porque eu não sei se deveria. A gente se acostuma com tudo, não é mesmo?

"Eu só queria poder dormir.."
Sabendo que você está bem.

Eu sinto sua falta, Amanda.


"Deixe-me ir, preciso andar,
Vou por aí a procurar,
Rir pra não chorar..."

segunda-feira, 29 de junho de 2009

tomei a resolução de que, tudo que não couber nos 140 caracteres do twitter, eu vou transformar em texto (ou em lista) e postar aqui!

assim teremos mais conteúdo, sem qualidade, claro, mas com quantidade.




... ou alguém ai acha que os tweets tem qualidade?

sexta-feira, 26 de junho de 2009

a titulo de curiosidade:

eu não tenho culpa de tudo o que você me fez (deixar de) sentir.



e eu sinto muito por (não) ter demonstrado isso.